sábado, 19 de outubro de 2013

Coisas que você deveria saber sobre Anjos da Guarda



Os anjos são mensageiros alados, são o ponto entre o Céu e a Terra, um canal entre Deus e o mundo físico material.
As tradições Católica, Islâmica, Judaica, só para citar algumas, são fontes ricas de historias de anjos.

Mas quem são, afinal, esses seres?
Os nossos cinco sentidos são simplesmente inadequados para vivenciar e descrever esses seres milagrosos nascidos do amor e da luz de Deus, por isso tanta descrença.
De acordo com a Era de Aquário (falando em termos astrológicos), estamos atualmente fazendo a transição da Era de Peixes – uma época de influência paternal em que colocamos a responsabilidade pelo nosso comportamento, evolução e crescimento espiritual nas mãos de outras pessoas – para a Era de Aquário, em que assumimos essa responsabilidade.

Fisicamente falando
Os termos “frequência vibratória”, “taxa vibracional” ou “estado de consciência” referem-se a frequência da atividade cerebral do córtex. A elevação gradual dessa frequência vibratória nos leva a atingir estados cada vez mais sutis de atividade cerebral (em outras palavras, nos leva mais perto de Deus).

Angelicamente Falando
Os anjos esperam nosso chamado. Não há tarefa em que eles não possam nos ajudar.
Eles estão incumbidos de fazer chegar a cada um de nós, o amor místico de Deus. Eles ajudam a elevar a nossa frequência vibratória até que, por fim, consigamos atingir a nossa própria consciência divina.

Encontrando o caminho para a consciência divina – dicas que farão você criar um ambiente angélico

1)   Coloque ordem na casa: elimine toda a bagunça da sua casa (a eliminação da bagunça no nível físico ajuda a clarear a mente),
2)   Desfaça-se das roupas e objetos que não usa mais,
3)   Abra as janelas para deixar entrar a luz natural do dia,
4)   Use sons para purificar o ambiente (música calma, que você goste). O jeito mais rápido de abrir o Chakra do coração é ouvir uma bela música,
5)   Acenda um incenso,
6)   Evite pessoas e lugares que esgotem sua energia,
7)   Acenda velas aromáticas,
8)   Traga flores para dentro da sua casa,
9)   Tome um banho revigorante, se puder ser com luz de velas e sais de banho, melhor ainda,
10)  Chá de ervas calmantes ajudam a relaxar o corpo e a mente,
11)  Medite, pelo menos 3 minutos ao dia, todos os dias. A meditação torna a mente inferior uma serva obediente do Eu superior.


Dica de leitura: A Bíblia dos Anjos
Hazel Raven

Editora Pensamento

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Os Quatro Compromissos: o Livro da Filosofia Tolteca


Livrinho fininho, fácil de ler e com conteúdo mais do que valioso.
Eu recomendo.

Aqui vai o resumo dos tópicos mais importantes, para quem se interessar.




Os quatro compromissos: 

1- Seja impecável com a palavra 
A palavra é seu dom de criar, é a ferramenta da magia. 
Devemos dizer: eu sou linda, magra, saudável, feliz, inteligente, tenho o emprego, a família e a vida dos meus sonhos. 
Não devemos fazer fofoca, nem falar mal de ninguém. Nossa opinião nada mais é além do nosso ponto de vista. Não é necessariamente verdadeira. 
Isso é usar a magia branca da palavra a nosso favor.


2 - Não leve nada para o lado pessoal. 
Isso é a expressão máxima do egoísmo. Não aceite o lixo emocional das outras pessoas. Fique imune! Não espere que as pessoas lhe digam a verdade, porque elas mentem para si mesmas. Você nunca é responsável pela ação dos outros, você só é responsável por si próprio. 

3 - Não tire conclusões. Pergunte, comunique-se.  

4 - Sempre de o melhor de si. 



Não tenha medo de estar vivo e assumir o risco de expressar quem você é. 
Seu corpo é uma manifestação de Deus, e se você honrar seu corpo, tudo vai mudar na sua vida.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Compreendendo seu filho de 2 anos





Susan Reid, da Clinica Tavistock
 Imago

Introdução
A partir de dois anos a criança deixa de ser um bebe que está aprendendo a andar e passa a ser um menininho ou uma menininha, e sua personalidade começa a se estabilizar.
Com dois anos de idade a criança é capaz de fazer muitas coisas que nós adultos fazemos, por isso é muito fácil criarmos expectativas insensatas com relação a ela e passarmos a trata-la como um pequeno adulto.
Anos mais tarde podemos ter um choque ao vermos uma fotografia do nosso filho aos dois anos de idade. Ele nos parecerá tão pequeno, pouco mais que um bebe, que seremos capazes de tremer ao lembrarmos o esperávamos dele...

Amando seu filho
Quando a criança está com dois anos, a maioria dos pais já conseguiu superar suas frustrações e já se acomodou às alegrias e às tristezas de viver com o filho que tiveram.
O importante deve ser a capacidade dos pais de apreciar o mistério e a emoção de deixar que seu filho se torne aquilo que parece destinado a ser.

O respeito e o desenvolvimento da criança
As crianças precisam ter primeiro a experiência de serem respeitadas para que possam então desenvolver o auto-respeito, do qual advém o respeito pelos outros.
As crianças de dois anos aprendem e observam as coisas o tempo todo e escutam tudo o que acontece ao seu redor. Portanto, os adultos devem evitar falar a respeito de assuntos inadequados na presença dos filhos. Não é porque ele está brincando que ele não vai escutar o que estão dizendo.
Muitas crianças de dois anos não gostam muito de beijos e abraços, menos ainda quando recebem ordens de “dar um beijo de despedida na titia” e esta mais do que óbvio  que elas não estão com a menor vontade de faze-lo. Esse é um exemplo de nossa expectativa de que uma criança de dois anos seja mais amadurecida do que os adultos. Algumas vezes ela talvez não queira dar um beijo de despedida por motivos que, se formos bem sinceros, são mais do que óbvios para nos. 
Desapontamos tanto nossos filhos quanto a nos mesmos quando voltamos a ser crianças que precisam da aprovação dos pais, incapazes de assumir uma posição contrária a uma ideia ou ação de nossos pais. Se conseguirmos permitir que nossos filhos nos desafiem, poderemos ajuda-los a evitar uma situação desse tipo.

O não
A descoberta do não representa um marco importante e significativo no caminho da independência do seu filho. A criança que ainda não aprendeu o poder do não e não o experimentou em sua plenitude ainda não descobriu o sentido de si mesma. É tão importante dizer não quanto ouvir não. Se não tratarmos nossos filhos de dois anos com esse respeito, certamente não poderemos esperar que eles sintam que podem dizer não em certas situações especificas.

Como a criança de dois anos vê o adulto
A mãe e o pai (ou o cuidador) são as pessoas mais importantes no mundo da criança de dois anos. Eles realmente acreditam que nós sabemos tudo e podemos tudo. Tente encarar o mundo a partir da altura de uma criança de dois anos – trata-se de uma visão de mundo muito diferente. As mesas são grandes, as mobílias são enormes, os adultos são gigantes. Em geral, quando conseguimos nos colocar no lugar delas, ver o mundo através dos olhos delas, nossa raiva se dissipa e tudo se torna mais simples. Torna-se possível perceber que nosso filho está assustado, com ciúme, cansado, e passa a existir a oportunidade de descobrirmos uma maneira de reagir que lhe mostre que entendemos o que está se passando.

Uma abordagem equilibrada
O que realmente parece importante é o esforço dos pais no sentido de serem solícitos, de refletirem a respeito do que a criança está fazendo em vez de reagirem. De nada adiante tornar-se um escravo do “tiraninho” – mas também não ajuda ser um grande tirano. Você sempre sairá vencedor porque conhece mais a vida.
Se quisermos que nossos filhos se transformem em pessoas imaginativas, habilidosas e flexíveis, temos uma oportunidade de ajuda-los, sobretudo quando eles estão na faixa etária dos dois anos.

Disciplina X Castigo
É muito mais fácil reagir ao que a criança fez do que refletir a respeito do significado dessa ação. Ou seja, comportamo-nos como se fosse razoável esperar da criança de dois anos o mesmo que esperamos de nós.
Quando batemos numa criança, deixamos de pensar. Por que não nos damos o trabalho de explicar por que nosso filho de dois anos não deve fazer o que acaba de fazer? Se formos realmente sinceros, talvez porque nem sempre exista um bom motivo, simplesmente achamos o comportamento dele embaraçoso e inconveniente.  Quando determinado comportamento precisa ser reprimido, pensar primeiro, raciocinar e explicar demora muito mais para produzir resultados, mas é infinitamente mais gratificante.

A importância de brincar
Enquanto brinca, a criança de dois anos esta aprendendo a diferenciar a imaginação da realidade, descobrindo a maneira como as pessoas e as coisas se comportam no mundo.  As crianças também brincam para lidar com as emoções fortes, como o amor e o ódio, transferindo esses sentimentos para uma boneca ou um ursinho.
O mais importante é que brincar é um prazer. Na brincadeira a criança aprende formas criativas de superar os obstáculos que a vida coloca diante dela. A capacidade de brincar exerce um profundo efeito no desenvolvimento futuro da criança, assentando bases que lhe permitirão continuar a enfrentar criativamente os osbstáculos da vida, e ate mesmo apreciar um desafio.

Medos, ansiedades e mudanças de comportamento
A criança de dois anos já pode se lembrar dos seus sonhos durante a noite, mas também pode ficar assustada durante o dia lembrando de um pesadelo.
A chegada de um irmãozinho, o inicio da vida no jardim da infância, um período de doença, uma separação na família são motivos mais do que suficientes para que uma criança de dois anos apresente alterações de sono, alimentação e comportamento.

Se as dificuldades são logo percebidas, os pais são as pessoas mais adequadas a ajudar seus filhos a supera-las.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Sugestão de leitura para mamães e gestantes: Não ensine a criança adoecer




Livro: Não ensine a criança adoecer
Autor: Américo Marques Canhoto
Editora: ebm


Nesse livro o autor afirma que grande parte de nossas doenças é fruto de aprendizado.

Aprendemos a adoecer como aprendemos a falar, a escrever, a andar...

Se você está saudável ninguém te valoriza, todos te cobram até além das obrigações. Mas quando fica “dodói” tudo é permitido e você se sente mais amado.

A doença aprendida:
Nos primeiros anos, o subconsciente tem o comando quase absoluto da existência e, tal e qual um scanner de computador, copia e absorve padrões externos e os manifesta quando solicitado.
Para ilustrar a forca desse mecanismo basta verificar que filhos adotivos, depois de alguns anos, assumem as feições dos que o adotaram. E casais que conviveram muitos anos juntos passam a ficar muito parecidos, como se fossem irmãos.

O subconsciente entende que ficar doente é uma delicia quando ouve:
-       Tadinho do neném, está doentinho...
-       Está dodói, neném??
-       Quer que a mamãe de alguma coisa pra você?
-       Cadê o filhotinho do papai?
-       Hoje você não vai para a escola

Alguns, toda vez que a criança adoece, chegam em casa com presentinhos. Regras são quebradas e o dever não precisa ser cumprido.
Assim a criança entende que adoecer é muito bom.
Na nossa cultura, a saúde não é importante até que se perca.

Esse tipo de crença induz as pessoas a tentarem aproveitar a vida segundo o gozo dos sentidos e a usar e abusar de todos os tipos possíveis de prazeres – enquanto se tem saúde – apressando a chegada da doença.

Ou então, as pessoas ficam tão preocupadas em arranjar recursos para comprar a cura se vierem a ficar doentes, que acabam adoecendo com a ajuda dos excessos e do estresse para provisionar o futuro com uma segurança ilusória.


Necessidade de integrar corpo e mente:
O organismo do doente tenta se ajustar eliminando a fome, mas o sistema de crenças o força a comer para alcançar uma cura mais rápida, mas com isso demora mais a se restabelecer.

Tendências e predisposições:
De certa forma, já nascemos potencialmente doentes. Trazemos um conjunto de tendências e de predisposições para adoecer que podem se transformar em realidade ou não, depende da ação do meio ambiente sobre a pessoa, da sua personalidade, de seu temperamento e da qualidade de suas escolhas.

A consciência de ser pai ou mãe:
Quem deseja planejar ter filhos deve preparar-se para tal tarefa. Tem que questionar os motivos que o levam a desejar. Necessita de algum conhecimento de anatomia e desenvolvimento da criança, de noções básicas de psicologia. Boa vontade em aprender para adquirir a consciência de ser pai ou mãe. Isso é logico e é o mínimo que se espera. Porem, quantos candidatos a pais cumprem esses requisitos mínimos??
Planejar um filho é prepara-se continuamente para uma tarefa sem fim. Todo mundo sabe quando começa, mas ninguém sabe quando termina.
A responsabilidade dos pais sobre os filhos vai além do que nossa imaginação possa alcançar. É preciso ressaltar que responsabilidade não é obrigação, é opção, e envolve o conceito de maturidade psicológica e amor.

Quem almeja realmente ajudar de forma ativa na educação de seus filhos não pode furtar-se à observação e ao estudo, não necessariamente em livros apenas, mas nas mínimas ocorrências do dia-a-dia.

Precisamos nos reeducar para oferecer uma educação de melhor padrão de qualidade do que a recebida. Se nos posicionarmos de forma sempre passiva cada um dará apenas o que recebeu.

Na verdade não educamos, apenas complicamos ou facilitamos para que as crianças se auto eduquem. Mas, para isso é preciso permitir que aprendam.

Respeitar a criança:
O tempo todo nós desconsideramos a criança nas mais simples atitudes do dia-a-dia. Só para ilustrar, costumamos “fazer seu prato” na hora da refeição.
Devemos supervisionar-lhe o desenvolvimento, fornecendo-lhe as orientações e os exemplos necessários para que se capacite a gerenciar a própria vida e a criar de forma consciente seu destino.
Considerar a criança não é fazer-lhe todas as vontades e caprichos. É sentir-se responsável por ela.

Maus hábitos em saúde:
-       alimentar a criança durante o sono (além de aumentar a possibilidade de refluxo ainda prejudica a dentição).
-       Reforçar a alimentação noturna cria distúrbios metabólicos, digestivos e alterações no padrão do sono.
-       Uso de alimentos e bebidas com estimulantes, como a cafeína e a teína,
-       Adoçar a alimentação
-       Ingestão de bebidas gasosas. Habituar a ingerir liquido durante as refeições.
-       Não mastigar os alimentos de forma correta
-       Premiar a criança pelo fato de comer ou usar de chantagem para que se alimente.


Vícios sociais:
Na maior parte da vezes, quando as pessoas se reúnem é para comer, beber, falar mala dos outros ou jogar conversa fora. Mesmo o que se chama de lazer pode ser altamente lesivo à saúde.

O consumo de cigarros, bebidas, medicamentos, drogas... é aprendido na vida em família e nas relações sociais.

Carência afetiva:
A criança mal-amada ou a que não recebe demonstrações de carinho físico ou verbal adoece mais do que as outras. Comprar tudo que a criança deseja não substitui o verdadeiro afeto, que é troca de energia.

Soberania emocional:
Desenvolver a arte da serenidade é aprendizado. As crianças que se desenvolvem em ambientes onde as reações emocionais são mais elaboradas, desenvolvem uma capacidade de soberania emocional que as ajudara a manter mais qualidade de vida e saúde. Pois a falta de controle das emoções é fator capaz de provocar doenças intimas e de transmissão de uns para outros.


A prevenção mais eficaz contra o sofrimento na infância é a educação para a vida. Temos o direito e a liberdade de fazer tudo o nós quisermos, desde que estejamos dispostos a pagar o preço. E a criança deve compreender isso bem cedo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Férias, sinônimo de descanso?

"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso" Mateus 11.28. Enfim, elas chegaram! As tão esperadas férias (um minuto de silêncio para rir ou chorar)... Quem é mãe/pai já sabe que lá vem bomba. Crianças em casa o mês inteirinho, cheias de alegria e amor para dar. Pais e mães mais cansados do que o normal, espremendo um pouco mais o seu tempo a fim de curtir mais os filhos, mais brigas, mais bagunças, mais correria. Mas como eu costumo dizer, se é inevitável, que tal se entregar? Que tal não reclamar de nada só por um dia? Que tal deixar bagunçar e não se preocupar em arrumar ou limpar? Que tal relaxar e se deixar levar pelo espírito das férias escolares? Eu apostei nessa tática no ano passado e confesso que foi muito bom pra mim. Relaxei, dei a atenção que eles pediram, brinquei e trabalhei somente o necessário. Se é assim que tem que ser, então assim é o melhor. Neste ano? Recorri à vovó e vamos passar uma semana com ela! Todo mundo fica feliz, mata as saudades e, de quebra, a mamãe ganha uma força extra. O descanso físico talvez não aconteça, mas estou louca para voltar a ser criança, nem que seja só por sete dias! E você, o que faz para "domar" suas ferinhas durante as férias?

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Coragem...

Uma vez ouvi a seguinte frase: "Deus me considera uma pessoa muito especial e confia muito em mim porque Ele me deu um casal de filhos gêmeos". É realmente uma frase de impacto, uma frase boa para se ouvir na hora da loucura total em casa. Naquela hora que você já respirou, já meditou, já contou até 45.500 e ainda não está calma... Se temos dois, três, quatro filhos de uma vez é porque Deus nos considera pessoas capazes de dar conta (às vezes eu é que não tenho certeza disso). Mas é mesmo nessa hora que a gente tem que se sentir especial. Porque se é assim é porque É ASSIM. E desse jeito é o certo, então temos que fazer funcionar - e da melhor forma pra todo mundo, senão não vale. Ontem ouvi outra frase que me fez rir muito: "mãe sempre joga coisas na gente quando não prestamos atenção no que ela fala". Eu fico doida quando meus filhos não olham ou não prestam atenção em mim enquanto eu falo (será que vou começar a jogar coisas neles? Não, não vou, mas que dá vontade dá, confessa). Nem santa, nem louca, mas mais pra louca do que pra santa nós, mães, vamos seguindo, ainda que capengando, nessa jornada maluca que é a maternidade, que chega na nossa vida para nos ensinar muita coisa e, principalmente, para nos tornar pessoas melhores. É assim que é e pronto... Uma boa tarde pra nós, mães, com bastante paciência, amor e coragem...