quarta-feira, 30 de maio de 2012
Eu dormiria abraçada com aquele bolo de doce de leite pelo resto da minha vida...
Semana passada foi meu aniversário e eu resolvi me dar um presente.
Um presente que ninguém poderia imaginar, nem filho, nem marido, nem ninguém poderia sonhar.
Um presente que não era para a mãe dos meus filhos, nem para a esposa e a namorada do meu marido, não era para a Vanessa jornalista, nem nada disso.
Eu me dei de presente de aniversário um BOLO DE DOCE DE LEITE COM NOZES - e o comi praticamente sozinha durante toda aquela deleitável semana...
Parece coisa de doido né?
E posso contar um segredo?
Eu dormiria abraçada com aquele bolo de doce de leite pelo resto da minha vida...
E você (mãe principalmente), tem se dado ultimamente presentes que você e só você pode curtir?.............ah, você quer saber se eu engordei? Claro que sim, mas isso DEFINITIVAMENTE foi menos importante que o prazer proporcionado!
terça-feira, 15 de maio de 2012
Mães que produzem sem parar
Recentemente, durante uma conversa com uma amiga que não tem filhos e está ativa no mercado de trabalho, comentei que eu sentia falta de produzir mais (profissionalmente falando, já que diminuí o ritmo para ficar mais com as crianças).
E eis que para a minha surpresa, essa amiga super-executiva disse que às vezes sentia que sua produtividade baixava também. E que nessas horas ela continuava indo para o escritório, ainda que por inércia.
Verdade n. 1: até os super-executivos podem ficar sem inspiração de vez em quando e se sentirem improdutivos.
Verdade n. 2: na profissão de mãe é impossível ser improdutivo. Os dentes precisam continuar sendo escovados, o banho dado, a comida feita...
Você já tinha pensado nisso?
terça-feira, 3 de abril de 2012
Você já pensou em fazer um trabalho voluntário?
Hoje, no programa Lá em Casa, vamos conversar com o pessoal do Instituto Gabi, que atende 70 crianças e adolescentes com deficiência e ajuda suas famílias a gerarem renda.
O Instituto Gabi nasceu para transformar dor em amor, depois que o jornalista Francisco Sogari e sua esposa, a pedagoga Iracema Sogari, perderam sua filha Gabriele, aos 6 anos de idade, vítima de atropelamento.
Francisco Sogari aponta os dez principais motivos que o levaram a ser um voluntário por mundo melhor:
1- Porque acredito que o amor é a única força capaz de transformar o homem e o mundo;
2- Se eu uso energia para tantas coisas, por que não posso usar uma parte para o bem?
3- Porque Deus me dá 168 horas semanais. Por que não doar algumas horas da semana ou do mês como forma de gratidão a Deus?
4- Porque estou fazendo a minha parte e não espero que a mudança caia do céu;
5- Porque tenho a convicção de que no trabalho voluntário mais do que dar eu estou recebendo;
6- Porque acredito na vida futura e na outra dimensão, onde o mais importante não são os diplomas, a fama, o dinheiro, os bens materiais, mas sim o bem que tiver feito ao meu próximo;
7- Porque ser voluntário não requer especialização nem ter muitas posses, basta abrir o coração e doar-se para o próximo;
8- Porque ingresso num triplo movimento: dar o peixe na hora da fome, ensinar a pescar para que a fome não volte e criar condições para que haja pesca, dignidade, justiça social, etc.
9- Porque acredito numa frase que minha filha pronunciou com apenas seis anos: “Quem ajuda os outros é feliz”.
10- Porque hoje temos bons recursos técnicos que permitem ‘voluntariar’ sem sair de casa, ajudando projetos sociais em várias áreas: eventos, divulgação, campanhas e outras iniciativas.
Para doar objetos, brinquedos e roupas, ou oferecer trabalho voluntário, deve-se estabelecer contato com o Instituto Gabi, pelo telefone (11) 5564-7709, pelo email institutogabi@terra.com.br ou consultando o site www.institutogabi.org.br.
O Lá em Casa começa às 16h na AllTV (www.alltv.com.br)
O Instituto Gabi nasceu para transformar dor em amor, depois que o jornalista Francisco Sogari e sua esposa, a pedagoga Iracema Sogari, perderam sua filha Gabriele, aos 6 anos de idade, vítima de atropelamento.
Francisco Sogari aponta os dez principais motivos que o levaram a ser um voluntário por mundo melhor:
1- Porque acredito que o amor é a única força capaz de transformar o homem e o mundo;
2- Se eu uso energia para tantas coisas, por que não posso usar uma parte para o bem?
3- Porque Deus me dá 168 horas semanais. Por que não doar algumas horas da semana ou do mês como forma de gratidão a Deus?
4- Porque estou fazendo a minha parte e não espero que a mudança caia do céu;
5- Porque tenho a convicção de que no trabalho voluntário mais do que dar eu estou recebendo;
6- Porque acredito na vida futura e na outra dimensão, onde o mais importante não são os diplomas, a fama, o dinheiro, os bens materiais, mas sim o bem que tiver feito ao meu próximo;
7- Porque ser voluntário não requer especialização nem ter muitas posses, basta abrir o coração e doar-se para o próximo;
8- Porque ingresso num triplo movimento: dar o peixe na hora da fome, ensinar a pescar para que a fome não volte e criar condições para que haja pesca, dignidade, justiça social, etc.
9- Porque acredito numa frase que minha filha pronunciou com apenas seis anos: “Quem ajuda os outros é feliz”.
10- Porque hoje temos bons recursos técnicos que permitem ‘voluntariar’ sem sair de casa, ajudando projetos sociais em várias áreas: eventos, divulgação, campanhas e outras iniciativas.
Para doar objetos, brinquedos e roupas, ou oferecer trabalho voluntário, deve-se estabelecer contato com o Instituto Gabi, pelo telefone (11) 5564-7709, pelo email institutogabi@terra.com.br ou consultando o site www.institutogabi.org.br.
O Lá em Casa começa às 16h na AllTV (www.alltv.com.br)
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Coisas de Meninos e Meninas - parte I

Na casa de vcs é assim tbm? Tudo o que um tem o outro quer.
Novo pedido do meu filho: um baton do "Lerrrâmpado McQueen".
Vai explicar...
Coisas de Meninos e Meninas - parte II
Minha casa está brilhando como nunca!
Minha filha não tira mais um vestido de princesa que solta gliter por todos os lados...
Coisas de Meninos e Meninas - parte III
Patrick cantando NXZero no banho: ...cedo ou tarde a gente vai se encontrar...
Já a Manu prefere Adele. Dia desses estava tocando "Rolling in the deep" no rádio e a espertinha vira e fala: olha, a Adel, eu adoro ela! (sic)
Eu me seguro para não morder!
segunda-feira, 19 de março de 2012
Como você carrega seu bebê?

Amanhã, no programa Lá em Casa, conversaremos com o Dr. Miguel Akkari, chefe do grupo de Ortopedia Pediátrica e professor da faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, sobre a maneira correta de carregar o bebê, não apenas para as mães (que costumam ter dores na coluna) como também para as crianças, que por estarem em fase de desenvolvimento, podem predispor algumas lesões ou dificultar o adequado desenvolvimento músculo-esquelético.
No segundo bloco do prograna, o tema é ENGRAVIDAR SEM ATRAPALHAR A CARREIRA.
Receberemos a Dra. Ivani Manzzo, especialista em qualidade de vida de executivos, que vai apontar os conflitos e dar dicas para esse momento tão especial da vida da mulher.
Venha conversar com a gente!
O Lá em Casa é ao vivo e começa às 16h no www.alltv.com.br
LÁ EM CASA - inspirando pais a criarem filhos que façam a diferença no futuro
Apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: terças-feiras, das 16h às 17h
Realização: AllTV (www.alltv.com.br)
sexta-feira, 9 de março de 2012
Quem sou eu?

Está mais que claro que a meditação traz benefícios para a alma e para o corpo. Hoje em dia até a medicina apóia essa idéia.
Mas, sem entrar no mérito de quando encontrar tempo para fazer, como e porquê, a meditação sempre me ajudou em todos os momentos da minha vida, inclusive durante a gravidez (no pós-parto eu confesso que não fazia - apesar de que contemplar bebês recém-nascidos é uma espécie de meditação tbm).
E são nesses momentos que vêm os famosos insights, ou idéias "brilhantes" que vão nos servir para alguma coisa.
E hoje eu tive, se não um insight, uma idéia muito boa, que me fez um bem danado...
Comecei a pensar em quem eu realmente era, sem as experiências que tive até hoje, sem passado, sem futuro ou lancheira para preparar, sem cabelo ou unha por fazer, sem corpo, sem marido, sem família, sem filhos...
Quem EU realmente era?
E foi aí que eu senti uma sensação extremamente boa, de leveza, de calma, transparência, como se eu fosse um balão de gás subindo, subindo...
Por alguns momentos meu corpo ficou tão leve (ou tão pesado) que parecia que não estava mais lá.
E eu fiquei assim, o máximo de tempo que eu pude, sem pensar em nada, sem a famosa culpa de mãe, que nos vigia dia e noite, longe do celular e da "vida real".
Foi nesse instante que alguém gritou: MANHÊÊÊÊÊÊ!!!!
E eu tive que voltar. Mas voltei feliz, sabendo que EU continuo lá, do jeitinho que sempre foi, apesar de toda a gostosa loucura que a maternidade traz para a vida da gente, apesar de às vezes esquecermos que somos alguém ou que já fomos algum dia, apesar disso tudo, ainda estamos lá, guardadas num cantinho, só esperando a hora de uma nova visita.
E você, já parou para se perguntar quem você realmente é?
sábado, 3 de março de 2012
A primeira lição de casa a gente nunca esquece...

Acredite se quiser, mas o meu povinho daqui (que ainda nem completou 3 anos) já trouxe lição da escolinha para fazer em casa. A primeira!!!
E eu, como mãe besta, lógico que fiquei toda emocionada em fazer junto com meus filhos "a primeira lição de casa da vida deles"...Ohhhhh!!!
Parece piegas, mas passa um filme na nossa cabeça...comecei a lembrar da minha mãe fazendo lição de casa comigo (e me senti muito velha).
Mas, sério, claro que ter filhos aumenta a nossa carga de responsabilidade com a vida. Mas nessas horas, esse sentimento é reforçado.
Desejo que meus filhos (assim como todas as mães do mundo - espero) tenham muito sucesso na sua vida escolar e que eu possa ajudá-los sempre que precisarem...
ps: que tipo de lição de casa faz uma criança de 3 anos??? Era uma colagem. De um lado da página colava-se uma foto da criança qdo bebê e do outro uma foto da mesma criança hoje em dia (ahhh, eles tbm envelhecem!).
E vcs, lembram como foi quando os filhos de vcs trouxeram a primeira lição de casa?
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